O caminho para terceirização de chefias

 

 

Na ultima quarta-feira (04/03), o SINDIÁGUA/RS esteve reunido com a Associação dos Gestores da Corsan (AGERCO), para tratar sobre a Resolução 03/2020 da Corsan, resolução que altera os critérios de gestão dentro da Companhia, possibilitando a terceirização das chefias.

O início de todo processo de terceirização começa dentro de um “laboratório”, uma fase de experimento, segundo o presidente do SINDIÁGUA/RS, Arilson Wünsch, as ações começam com as chefias funcionais podendo se estender para todas as chefias do estado. “Conforme a vontade do governo de plantão estes processos vão se alinhando e isto nos preocupa, por isso estamos reunidos também com as demais entidades para avaliar quais os encaminhamentos e as diligências que devem ser adotadas,” afirma.

Aos poucos o governo vai inserindo novos métodos de desvalorização do serviço público se aproximando cada vez mais da privatização.

Ainda na quarta-feira o SINDIÁGUA/RS recebeu a Associação dos Funcionários em Defesa das Estatais e do Patrimônio Público (ADEFERS) juntamente com a assessoria jurídica para debater sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), que conta com a retirada do plebiscito para a privatização das estatais. A ação encontra-se com ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Levandowski que já colocou o assunto em pauta no colegiado.

A reunião foi realizada para que o Sindicato possa mobilizar as entidades nacionais, como Amicus Curiae na ação pela defesa da democracia e soberania popular.

De acordo com o presidente do sindicato, entidades nacionais como a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) e demais centrais sindicais devem entrar nesta “briga”, pois o plebiscito garante a democracia e os direitos políticos da população.

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